27 de outubro de 2011

Será que suas emoções interferem na sua alimentação?

São vários os problemas emocionais que podem levar ao aumento de peso ou a impedir que a pessoa emagreça:

•  Compulsão Alimentar: pessoas que comem não por fome, mas que o fazem por ansiedade, apressadamente, ingerindo grandes quantidades de alimento num período curto de tempo, sentindo-se depois arrependidas ou culpadas. De repente começam a comer e não param mais, a não ser quando estão empanturradas, cansadas ou com mal estar. Se a compulsão estiver presente e não for tratada, inviabilizará todos os esforços da pessoa para emagrecer.
•  Depressão: afeta a pessoa como um todo. Pessoas que estão deprimidas tem, entre outras, uma alteração no comportamento alimentar para mais (ou para menos) que pode levá-las a engordar. Há queda da motivação para a dieta, auto-depreciação, pessimismo. Quando a depressão estiver presente em algum grau no candidato a emagrecimento, deverá ser tratada prioritariamente.
•  Ansiedade: é o "vilão" número um das dietas alimentares. Apresenta-se em diversas formas (pânico, fobia social, ansiedade generalizada, fobias, stress pós traumático, fobias específicas, etc ). Pessoas tensas, excessivamente preocupadas, com pânico, com medos diversos, podem encontrar no alimento uma fuga para seus males, para um estado interno de desconforto.
•  Dificuldades sexuais, conjugais ou afetivas: É sempre importante verificar o que se esconde por trás de uma obesidade ou excesso de peso. A gordura pode servir como "escudo" para evitar relacionamentos, não assumir a própria sexualidade ou mesmo como forma de "rebelião passiva" a situações conjugais conflituosas.
•  Stress: É comprovado que o stress tem influência sobre o peso corporal, seja pelo aumento do cortisol circulante ou pelo aumento da quantidade de comida ingerida, que passa a atuar inadequadamente como "mecanismo anti-stress".
•  Dificuldade de controle de impulsos: pessoas impulsivas que não conseguem adiar a gratificação imediata de um impulso em detrimento a uma gratificação à médio prazo, são mais vulneráveis a uma "sabotagem" em sua dieta.
•  Problemas de relacionamento: dificuldades de relacionamento familiar, social (timidez excessiva, agressividade social, baixa qualidade de vida social) podem levar a pessoa a atacar o prato de comida.

Fonte: site www.psicobesidade.com.br

25 de outubro de 2011

Como evitar a obesidade?



Um dos temas do Congresso Brasileiro de Pediatria, foi este: Crianças enfrentam doenças relacionadas à obesidade cada vez mais cedo. Pacientes mirins com excesso de peso podem ter que lidar com síndrome metabólica - a mesma que atinge os adultos –, convivendo com hipertensão, colesterol alto e diabetes desde cedo.
O número de crianças pequenas acima do peso é cada vez maior: dados do IBGE já mostraram que em meninos e meninas entre 5 e 9 anos as taxas de obesidade cresceram cerca de quatro vezes em um período de dez anos, de 4,1% a 16,6% e 2,4% para 11,8%, respectivamente. Por isso, crianças estão apresentando doenças antes quase que exclusivas de adultos, como a síndrome metabólica, convivendo com hipertensão, colesterol alto e diabetes desde cedo.
Cuidado começa no pré-natal — Em geral, o momento mais claro do acúmulo de gordura começa na faixa dos dois anos de idade, quando a criança começa a ter acesso a outros alimentos e uma dieta menos restritiva. Também nessa fase, a ida ao pediatra fica cada vez menos frequente – ocorrendo somente por conta de doenças pontuais. "O pediatra precisa assumir o papel de alertar a família. Ele sabe quando a curva do peso não está bem.
As orientações de uma dieta ideal para a prevenção da obesidade devem começar desde o pré-natal. Weffort explica que as placas de gordura nos vasos começam a ser formadas dentro do útero, por conta da influência da dieta da mãe e de fatores genéticos. Depois do nascimento, a formação ocorre de acordo com a alimentação complementar da criança. "Quanto pior a alimentação, mais rápido as placas podem se formar. Isso aumenta a pré-disposição para hipertensão, diabetes, acidente vascular cerebral, entre outros", diz Virgínia Weffort.
Até o sexto mês do bebê, é preciso garantir que a alimentação ocorra somente por leite materno, já que pesquisas mostram que isso diminui o risco de se tornar uma pessoa obesa no futuro. Na alimentação complementar, os pais costumam errar nos ingredientes da papinha. Em vez de repetir o mesmo sabor várias vezes na semana, é preciso variar os sabores, com todos os nutrientes e não só carne – por exemplo.
Exemplo dos pais — No momento em que a criança começar a partilhar dos hábitos alimentares da família, é preciso redobrar a atenção. O exemplo dado pelos pais é importante nessa transição e pode determinar o peso futuro da criança. "Muitas mães estão obesas. Quando elas escutam que o filho está acima do peso, dizem que só eles precisam fazer dieta", afirma Weffort.
É preciso haver uma mobilização dos médicos, das famílias e também das escolas — não só no ensino de uma nutrição ideal, como também na disponibilização de produtos mais saudáveis. "Todo mundo sabe que tratamento da obesidade implica em adoção de hábitos saudáveis como dieta e exercício. Agora, depois que ela está instalada é muito mais difícil para o paciente. Por isso, a importância da prevenção", diz Damiani.

FONTE: Revista Veja

17 de outubro de 2011

Óleo de cártamo: conheça seus benefícios



Conhecido como açafroa ou safflor, o óleo de cártamo pode auxiliar no processo de emagrecimento

O óleo de cártamo é extraído das sementes da planta Carthamus tinctorius L., pertencente a família Asteraceae. As sementes desta planta são ricas em polifenóis e ácidos graxos essenciais – aqueles que temos que obter através da alimentação, pois o nosso organismo não produz. O óleo de cártamo é composto por acido oléico (ômega 9) e, principalmente por ácido linoléico (ômega – 6).

Por tratar-se de uma gordura, o óleo de cártamo auxilia na redução do apetite, já que promove a sensação de saciedade. Este óleo é responsável por regular o hormônio gastrintestinal grelina, de ação orexígena, isto é, estimulante da fome. Dessa forma, reduzindo a expressão dos genes que produzem este hormônio, a pessoa se sente mais satisfeita com a ingestão de uma quantidade menor de alimentos.

Um estudo realizado com ratos demonstrou que o óleo de cártamo também pode auxiliar na eliminação de gordura corporal, já que pode estimular a lipólise (“quebra” de gordura) e a oxidação (“queima”) de gordura corporal. 

Além disso, por ser um óleo de origem vegetal é riquíssimo em vitamina E, que possui ação antioxidante e atua “varrendo” os radicais livres do organismo. 

Um estudo recente, também feito em ratos demonstrou que o óleo de cártamo “potencializa” a ação da serotonina – hormônio responsável pela sensação de prazer e bem-estar. 

Portanto, o óleo de cártamo pode atuar como um coadjuvante na perda de peso. Sugere-se o seu consumo em associação com a prática regular e orientada de atividade física. 

Lembre-se: para a perda de peso e eliminação de gordura corporal é essencial realizar uma reeducação alimentar e praticar exercícios físicos regularmente!

Vale destacar que, por tratar-se de um suplemento alimentar, o consumo do óleo de cártamo deve preferencialmente ser acompanhado por um nutricionista e/ ou médico.


Fonte : Site do Mundo Verde

6 de outubro de 2011

Proibição de uso de remédios para emagrecer incentiva busca por técnicas alternativas


Dado os hábitos alimentares e sedentarismo crescentes nas últimas gerações, problemas de sobrepeso têm se tornado cada vez mais comum. O prognóstico é alarmante, pois com apenas com 20% de aumento no peso corpóreo já se torna consideravelmente alto o risco de hipertensão, doença arterial coronariana e diabetes tipo 2. Sem falar nas doenças articulares, cálculos biliares, apnéia do sono e outros problemas respiratórios.
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Assim, diante da iminente restrição a alguns medicamentos utilizados para emagrecer pela Agência Nacional Vigilância Sanitária (Anvisa), as pessoas que sofrem com a obesidade se veem impelidas a recorrer a alternativas saudáveis de tratamento. Pode não ser fácil, mas é viável e até mesmo mais saudável.
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Conforme explica a psicóloga Fernanda Toledo de Lima, profissional do GAPOS, (Grupo de Apoio e Tratamento a Pessoas com Obesidade e Sobrepeso) para tanto é necessária uma mudança de dentro para fora, trabalhando as causas, e não somente as consequências da obesidade ou sobrepeso. “Pode não ser a maneira mais rápida de se perder peso, mas ao tratar o indivíduo por completo, o ajudamos a ter uma melhor qualidade de vida”, explica.
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Segundo Carolina Bianco Arzua, nutricionista do grupo, que atua em Florianópolis (SC), além da perda de peso espera-se que os envolvidos desenvolvam uma consciência ampliada de si mesmos e de sua relação com a alimentação, assim como todos os fatores emocionais e interpessoais que isto envolve. “Ou seja, uma mudança efetiva e duradoura.”
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Especialistas e autores sobre o assunto corroboram a linha de atuação do GAPOS. Muitos dizem que enxergar a obesidade apenas como resultado da ingestão excessiva de alimentos ou da ausência de atividade física vem sendo gradualmente desconsiderado pelos profissionais da área da saúde. “Eles estão dando maior atenção para a combinação de fatores fisiológicos, psicológicos, metabólicos e genéticos que levam a um estado físico indesejável”, completa a naturóloga do grupo, Aliandra Francini Veiga.
Método de intervenção
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Podem se submeter ao tratamento oferecido pelo GAPOS pessoas maiores de 18 anos que tenham obesidade ou sobrepeso, ou seja, IMC(kg/altura²) maior ou igual a 25, e que buscam modificar seu estilo de vida. Após a realização de anamnese e avaliação nutricional, o paciente é encaminhado para uma das duas formas de tratamento oferecidas pelo GAPOS: a intervenção em grupo ou o tratamento individual.
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O método de trabalho com o grupo é caracterizado como andragógico, ou educação de laboratório, à medida que os assuntos trabalhados são definidos a cada encontro. Eles são realizados uma vez por semana, em grupos de cinco a oito pessoas no período de nove meses. Cada sessão tem duração de duas horas. Já no tratamento individual, com duração de uma hora cada, o período de tratamento pode variar de acordo com o perfil do obeso.
Sobre o GAPOS
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O GAPOS é formado por uma equipe interdisciplinar, que engloba as áreas da Naturologia, Nutrição e Psicologia. Nasceu em 2010 com o intuito de auxiliar pessoas por meio do incentivo e motivação a tomarem consciência de suas dinâmicas pessoais, para que consigam modificar internamente seu estilo de vida. 


Escrito por,
Gustavo Zielonka Vieira Rodrigues - Assessor de Imprensa