16 de agosto de 2011

5 Dicas para uma Dieta Saudável


Hoje escolhemos 5 dicas para você incluir no seus hábitos alimentares que irão lhe trazer muitos benefícios, confira:

1. Não ficar mais de 3 horas sem comer
Toda vez que você come, gasta calorias na tarefa de digerir os alimentos. Esse gasto é maior imediatamente após a refeição, quando o corpo inicia o processo de digestão. Por isso, comer a cada três horas obriga o corpo a reiniciar a digestão de cinco a seis vezes por dia, queimando mais calorias e fazendo você perder peso.
2. Todos os dias deve-se comer pelo menos 3 frutas
Como sugestão, indico banana todos os dias, de preferência de manhã. A banana é um alimento rico em nutrientes, em fibras solúveis e contém triptofano, um precursor da serotonina, reconhecida por relaxar, melhorar o humor e, de modo geral, aumentar a sensação de bem-estar.
3. Utilizar nos lanches as oleaginosas, pelo menos 1 vez por semana. Castanha de caju, castanha do pará, nozes, amendôas, avelãs são riquíssimas em nutrientes. Elas fornecem ao corpo gorduras boas (mono e polinsaturadas), que reduzem o colesterol e atuam como antioxidantes essenciais para a formação e recuperação muscular, além de vitamina E. Reduz a resistência à insulina. Mas deve-se consumi-las com moderação, especialmente quem controla o peso corporal e o percentual de gordura.
4. Mastigar muito bem os alimentos
Mastigar devagar até a comida se liquidificar é uma das recomendações mais importantes. Sinta a textura e capte o sabor dos alimentos. É quando a saliva entra em contato com a comida, ao ser mastigada, que se inicia o processo digestivo. O alimento mastigado passa com mais facilidade pelo sistema digestivo, com o máximo em absorção de nutrientes.
5. Incluir na dieta 1 colher de sopa de linhaça, uma vez ao dia. Pode ser na fruta ou na salada.
A linhaça contém ômega 3 que: reduz o LDL, melhora o funcionamento da insulina no organismo e ainda diminui os trigligerídeos. Além disso, a linhaça diminui o apetite por doces.

Aguarde, estamos selecionando para amanhã mais 5 dicas saudáveis para você!

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Carolina Arzua - Nutricionista.

15 de agosto de 2011

Você conhece o Broto de Alfafa?


Um alimento completo o broto de alfafa rejuvenesce todo o organismo, porque aumenta a força, vigor e vitalidade. Contém todas as vitaminas conhecidas (4 vezes mais vitamina C que as frutas cítricas) e sais minerais (alto teor de calcio), mais enzimas digestivas, fitoestrógeno (hormônios vegetais), flavonóides, aminoácidos e clorofila.
Os brotos de alfafa são usados para desintoxicar e enriquecer o fígado, auxiliar no emagrecimento, fortalecer e purificar o sangue, ajudar na digestão como um tônico geral, um verdadeiro impulso para o sistema imunológico.
Prove, ele pode ser usado na salada ou em sucos.


Aqui vai uma receita de suco com broto de alfafa:
1 maçã, 150 g de brotos de alfafa, 6 folhas frescas de hortelã, 3 cenouras. Tudo batido no liquidificador.

E bom apetite!

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Carolina Arzua - Nutricionista

10 de agosto de 2011

Reflexão por Dalai Lama

"Se você quer transformar o mundo, experimente primeiro promover o seu aperfeiçoamento pessoal e realizar inovações no seu próprio interior. Estas atitudes se refletirão em mudanças positivas no seu ambiente familiar. Deste ponto em diante, as mudanças se expandirão em proporções cada vez maiores. Tudo o que fazemos produz efeito, causa algum impacto."

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Fernanda T. Lima - psicóloga

4 de agosto de 2011

Derrubando Mitos: Crianças acima do peso ou mesmo obesas podem ser celíacas



Estima-se que a doença celíaca – uma condição auto-imune caracterizada por uma intolerância permanente ao glúten (presente no trigo, cevada, centeio, aveia e malte) em pessoas geneticamente predispostas – afete cerca de 0.5 a 1% da população em geral, e cerca de 5% de parentes de primeiro grau de portadores. Embora a doença possa ser assintomática (estar presente na ausência de sintomas), em crianças ela é classicamente associada (dentre outros sintomas) à problemas no desenvolvimento, crescimento tardio e perda de peso. Novos estudos sugerem, no entanto, que a doença celíaca deve ser considerada mesmo em crianças acima do peso ou obesas.
Diversas pesquisas conduzidas na última década apontam para o fato de que adultos acima do peso também podem ser – e frequentemente são – diagnosticados com a doença celíaca. Em 2006, por exemplo, dois pesquisadores (W. Dickey e N. Kearney) mostraram que 36% dos adultos diagnósticados como celíacos (dentre 371 diagnosticados em uma clínica nos Estados Unidos) estavam acima do peso no momento do diagnóstico. Resultados similares foram obtidos também em 2004, quando um grupo de pesquisadores (J. West e colaboradores) detectou que 17% de um grupo de 3490 pacientes diagnosticados como celíacos também estavam acima do peso no momento do diagnóstico (ou seja, antes do início da dieta sem glúten).
Agora um novo estudo publicado indica que crianças celíacas também podem estar acima do peso, ou mesmo serem obesas. Nesta pesquisa, conduzida em um hospital pediátrico da Escola Médica de Wisconsin (EUA), o peso (no momento do diagnóstico) e características físicas de 143 crianças diagnosticadas com a doença celíaca entre 1986 e 2003 foram analisados. Todas as crianças incluídas no estudo tiveram o diagnóstico confirmado por biópsia duodenal. Os resultados mostraram que 5% destas crianças eram obesas antes do início da dieta sem glúten, com sintomas que incluiam dores abdominais e diarréia.
Vale destacar que os resultados acima foram obtidos em um país (Estados Unidos) onde uma grande porcentagem da população está acima do peso ou é obesa. Ainda assim, eles indicam que o diagnóstico da doença celíaca não deve ser descartado (ou uma investigação deixar de ser feita) simplesmente em função de um paciente – adulto ou criança – estar acima do peso.
Referencias Bibliográficas:
  • Venkatasubramani N, Telega G, Werlin SL. 2010. Obesity in Pediatric Celiac Disease. J Pediatr Gastroenterol Nutr. May 12.
  • Dickey W, Kearney N. 2006. Overweight in celiac disease: prevalence, clinical characteristics, and effect of a gluten-free diet. Am J Gastroenterol; 101:2356–9.
  • West J, Logan RF, Card TR, et al. Risk of vascular disease in adults with diagnosed coeliac disease: a population-based study. Aliment Pharmacol Ther 2004;20:73–9.
Fonte: Revista Vida sem Glúten e sem Alergias 2010 (www.vidasemglutenealergias.com)

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Aliandra F. Veiga - Naturóloga

3 de agosto de 2011

Urgente é você!

 
 
Eu não sei o que voê sente quando fica magoado.
Ninguém sabe o que vai no seu coração.
Por mais que alguém te ame, fica difícil sentir a sua dor.
Por isso, é importante que você valorize a sua vida.
É fundamental que você conheça o seu corpo, que respeite os seus gostos.
Você precisa urgentemente aprender a dizer não quando quer dizer não, e sim, somente quando sentir que realmente poderá cumprir o prometido.
Estamos em um novo tempo, uma nova sociedade. 
Tudo é muito mais fácil, mais rápido, mais urgente e inadiável. Na verdade, muita coisa mudou, mas a essência é a mesma: estamos aqui para evoluirmos.
Estamos aqui para melhorarmos e subirmos pelo menos um degrau na escala de evolução.
Não dá mais para ficar naquele velho chavão: eu sou assim e assim vou morrer. Seguindo essa frase, você vai morrer sofrendo mais do que precisaria.
Descubra o que precisa mudar em você. Você sabe. Você já sentiu a necessidade de mudar esse ou aquele comportamento, o que falta é coragem para encarar-se no espelho e afirmar para você mesmo que é hora de mudar.
Vá devagar, pegue um ponto de cada vez. Se for um vício, procure ajuda, procure um grupo de ajuda, não queira se transformar no "super herói" da noite para o dia. Não precisa querer reformar-se em um dia, apenas comece...
O universo está te esperando há mais de 12 milhões de anos e pode esperar mais um pouco. 
Mas é preciso começar. É preciso assumir esse compromisso de mudança e fazer o que você já sabe que tem de ser feito. A dor da mudança é bem menor que a dor da repetição de velhos erros. Não é mesmo?
Que tal começar agora?

Fonte: www.psicobesidade.com.br

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Fernanda T. Lima - Psicóloga 

1 de agosto de 2011

Entenda o desejo por Doces

O desejo de consumir açúcar  surge quando o nível de açúcar no sangue está constantemente desequilibrado; quando há carências de nutrientes, excesso de fungos; quando a dieta é rica em carboidratos refinados, processados e salgadinhos. O desejo de comer açúcar é sinal de que se pode sofrer de um estado de saúde conhecido como hipoglicemia, que faz com que o desejo de açúcar seja maior ainda.

Acaba-se vítima de um efeito gangorra de níveis de açúcar altos demais e baixos demais. É por isso que, se começar comendo só uma barra de chocolate, acaba querendo mais. O açúcar provoca a subida, mas a queda nunca demora muito. Além disso os doces elevam no corpo o nível das substâncias químicas que produzem sensação de bem estar (que são as endorfinas serotonina e norepinefrina). O açúcar entra na corrente sanguínea muito depressa e provoca uma rajada de insulina junto com uma rajada de serotonina. Se houver elevação súbita do nível de açúcar, a insulina o decompõe depressa demais, levando a uma queda de açúcar e endorfinas. Isso deixa o indivíduo sentindo-se pior do que antes, e ele pode procurar mais alimentos açucarados para melhorar o humor, criando um ciclo de desejo de comer, aumento de peso, cansaço e humor instavel que é difícil de romper.

Certos alimentos ajudam a regular os níveis de açúcar no sangue e aplacam o desejo de consumir açúcar. Os cereais integrais e verduras frescas são ótimas opções. Inhame, batata-doce e abóbora também ajudam a conter a vontade de comer doces e não elevam o nível de açúcar no sangue como os alimentos açucarados e os doces fazem.


Fonte: Livro Você é o que você come. Dra Gillian McKeith

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Carolina Arzua - Nutricionista 

29 de julho de 2011

♥ Felicidade ♥



Esteja certo de
que a felicidade
de sua vida não
pode vir de fora.

Você só poderá
encontrar a
felicidade quando
souber fazê-la
nascer de dentro de
seu coração,
quando aprender a
primeiramente se amar,
para depois
ajudar a todos
indistintamente,
com suas ações,
suas palavras e
seus
sentimentos.

Ótimo final de semana para todos!

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Aliandra F. Veiga - Naturóloga